.Our Stat Bar

Profile for meiaonca

.tags

. todas as tags

.Setembro 2008

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
27
28
29
30

.Setembro 2008

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
27
28
29
30

.links

.Cachadas

. Setembro 2008

. Agosto 2008

.subscrever feeds

.pesquisar

 
Sexta-feira, 26 de Setembro de 2008

Geocaching no Deserto

Este fim-de-semana fomos fazer uma caça às cachitas para as bandas do Seixal, logo em pleno fim-de-semana de Festa do Avante.

A margem sul é rica em locais que merecem uma visita alongada. A baia do Seixal é um deles, pelo que planeámos uma geocachada para essas bandas. Contudo o verdadeiro ex-líbris da margem sul é seguramente o Centro de Estágios do Glorioso J (nota: esta opinião não é consensual entre os membros da equipa J)! A Susana foi levada na ignorância da primeira cache a encontrar, apenas lhe disse que ia conhecer um sítio único, que conciliava o relevo social, a grandeza institucional, a beleza arquitectónica e o mais belo enquadramento paisagístico!
 
Tradicional Cache: O Glorioso
 

 

Mas o que é? Onde é? Dá-me uma pista! Foi ela matraqueando durante o caminho! Eu só lhe respondia que ia ficar abismada!
E ficou J, tão abismada como fica um militar, perdido em terreno de combate, ao descobrir que está em território inimigo! Queria ir embora, simulava vómitos, dizia que os seus pulmões tripeiros não podiam aspirar o ar lampião.    
Após grande insistência, lá a convenci a ficar e colaborar na procura da cache. Após um compasso de espera, para que um muggle e o seu chiuaua desistissem de tentar descobrir o que andávamos para ali a fazer, lá demos com ela.
 
   
IN: Crachá
Out: Pequeno cientista
 
 
 
 
 

Multi Cache: CORK Workz

Pegámos no cachemobile, animados pela descoberta da cache e percorremos umas centenas de metros até á paragem seguinte. A cache Cork Works pretende prestar tributo à industria da cortiça, que ao que parece esteve bastante implementada no Seixal. Aliás os sobreiros abundavam pela margem sul.
O Groundzero correspondia a uma enorme chaminé em tijolo, situada bem no meio de um bairro habitacional, em frente à esplanada de um café. Não demorou muito para que o nosso ar atarantado, de GPS na mão a olhar, quer para o chão, quer para o ar, captasse a atenção dos locais, que combatiam o calor do verão com um par de bejecas. Procurámos na chaminé, procuramos nas árvores mas nada!
Juntámo-nos aos locais na esplanada para recuperar forças para a cache seguinte.
 
Tradicional Cache: A Baia do Seixal
A terceira cache do dia ficava precisamente na baia do Seixal. Percorridos novamente mais umas centenas de metros e chegámos próximo do GZ. Parámos o carro e saímos para contemplar a baia seixalense. Sentimos pena por a beleza natural não ser acompanhada pela beleza arquitectónica. A margem sul da baia do Seixal está ocupada por vários monos, daqueles que assustam mesmo um arquitecto de um país do terceiro mundo, ladeados por uma série de edifícios devolutos. A margem norte, essa faz lembrar a Amadora, ou o Cacém com tudo o que isso implica. Por um momento desejámos que o Mário Lino estivesse certo (ao menos uma vez) e a margem sul fosse um deserto, despido de todos os horríveis sinais de ocupação humana.
A cache, essa desta vez não escapou! Apesar de bem escondida, a persistência, e a experiência de outras caches ocultas em locais idênticos, permitiu-nos encontrá-la.
Para os próximos visitantes desta cache talvez não fosse má ideia sugerir um CITO (Cach In, Trash Out) uma vez que o local está pejado de pequenos detritos.
Cache Mistério: Blue
A informação disponibilizada na página desta cache era verdadeiramente enigmática, apenas um degrade de azuis. Este facto, aliado à oportunidade de descobrirmos a nossa primeira cache mistério, fez com que esta fosse uma das caches eleitas para uma visita. No entanto, ao chegarmos ao local, o enigma adensou-se em vez de se desvanecer. Demos por nós a tentar descobrir tonalidades de azul por todo o lado. O céu era azul, o rio, embora não fosse bem azul podia também ser tido em conta, haviam flores azuis, carros azuis, …. Será que tanto azul significava que estávamos no sítio certo? O facto é que no local não conseguimos obter nenhuma informação que direccionasse as nossas buscas, pelo que a cache ficou um DNF.
Com uma taxa de sucesso de apenas 50% demos por concluída a cachada nas terras da margem sul. 
publicado por Nuno Susana às 23:46

link do post | comentar | favorito
|